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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

WALK IN THEIR SHOES

Cerca de 100 milhões de cristãos são perseguidos só por andarem nos passos de Cristo. Apesar disso, a maioria das histórias é esquecida ou até ignorada.

WALK IN THEIR SHOES

O WALK IN THEIR SHOES* é um movimento mundial para apresentar a realidade da Igreja Perseguida para milhares de jovens, e ajudá-los a se envolver com ela.

COMO SERIA ESTAR NO LUGAR DELES?

Uma vez encontramos Maaria, uma cristã paquistanesa. Ela tem um blog em inglês, no qual escreve sobre como é ser cristão em um país fechado ao evangelho (se quiser ler, clique aqui).

Contamos para Maaria sobre o WALK IN THEIR SHOES. Ela ficou maravilhada e fez a seguinte analogia: muitas vezes, os sapatos dos perseguidos estão sujos, rasgados. Às vezes, eles nem têm sapatos. Ou seja: eles estão sofrendo.

Colocar-se no lugar deles é sofrer junto, é sentir o que eles sentem, é se importar. Não é ignorar ou omitir a realidade por achar que seja muito dura ou triste. A Maaria nos pediu: “Por favor, contem para as igrejas em seus países o que realmente nós enfrentamos”.

PRONTO PARA DAR O PRIMEIRO PASSO?

Para concretizar nosso desejo de estar ao lado dos perseguidos, o primeiro passo será patrocinar um projeto da Portas Abertas Internacional junto a jovens universitários no Egito. O custo do projeto é de R$ 9.410,00 e a realização depende exclusivamente das ofertas arrecadadas entre os jovens brasileiros.

Mas não para por aí. Quando conseguirmos alcançar esse valor e ajudar os jovens no Egito, partiremos para o próximo projeto, que beneficiará irmãos de outros países. Existem muitos cristãos precisando de ajuda, e vamos fazer nossa parte.

Contribuindo para a campanha, você receberá um par de cadarços com as palavras WALK IN THEIR SHOES. Por quê? Justamente para que sempre que você olhe para os cadarços, se lembre dos cristãos perseguidos e se coloque no lugar deles, como se estivesse caminhando nos mesmos passos, passando pelos mesmos lugares e situações, lembrando-se de orar por eles e falar deles.

Faça sua doação aqui.

Para mais informações entre em contato com wits@portasabertas.org.br

* Essa expressão significa "colocar-se no lugar de outra pessoa". O nome da campanha está em inglês por se tratar de uma campanha internacional.

 

 

Fonte: Underground

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sobre o amor aos gays e às mães que querem abortar

Primeiro quero pedir desculpas aos poucos e queridos leitores do GG, os últimos dias foram de muito trabalho e o Blog acabou ficando em segundo plano, com isso estou postando uma crônica que já postei anteriormente escrita outro publicitário evangélico chamado Carlo Carrenho e decidi veicular o texto aqui.

Não conhecia o trabalho do Carlo e fiquei “chocado” com a coragem com a qual ele aborda dois polêmicos temas: homossexualismo e aborto, admito que não concordo em 100% com o que ele afirma, mas divido com ele o “norte” tomado em sua crônica.

Abaixo a integra do texto, espero que sirva ao menos para levantar a discução, creio que pouco temos levado em conta a primícia básica de desprezar o pecado mas amar ao pecador.

Boa leitura;

Jeferson Baick

 

“Ando cansado da dicotomia maniqueísta cultivada por grande parte da Igreja Evangélica.”

Carlo Carrenho*

Gosto muito de um tipo de literatura pouco comum no Brasil. Falo dos livros de memórias, que são um tanto diferentes das autobiografias, apesar de seu conteúdo ser sempre autobiográfico. As diferenças residem no fato de que livros de memórias não têm a obrigação de serem completos e na total liberdade do autor para selecionar as passagens de sua vida que gostaria de relatar – e mesmo desviar-se delas para contar outras histórias. No mês passado, por exemplo, li o livro Red Summer, onde Bill Carter descreve seu dia-a-dia nos quatro verões que passou no Alasca pescando salmão profissionalmente. Outro autor de livros de memórias que admiro é Donald Miller. Como os pingüins me ajudaram a entender Deus e Fé em Deus e pé na tábua (Thomas Nelson Brasil) são obras que todo cristão deveria ler.

Outra obra do gênero, Grace (Eventually): Thoughts on Faith, é de uma de minhas escritoras cristãs prediletas, Anne Lammott. Ela surpreende ao deixar claro que é pro-choice – pró-escolha – em relação ao aborto. Os pro-choice são diametralmente opostos aos pro-life, ou pró-vida, e defendem o direito de escolha das mulheres em manter ou não uma gravidez. Já os pro-life são radicalmente contra qualquer forma de aborto. A coragem da autora em assumir sua posição me inspirou a escrever este artigo. É que há muito tempo ando cansado da dicotomia maniqueísta cultivada por grande parte da Igreja Evangélica. Tudo é inteiramente bom ou completamente mau; não existe meio-termo. Este maniqueísmo se manifesta particularmente em questões ligadas à moral e à sexualidade. Lembro-me que, quando era adolescente, um simples flerte ou paquera poderia, na visão de alguns membros da igreja, caracterizar uma “defraudação” da garota, caso eu não tivesse cem por cento de certeza do meu interesse por ela. Resultado: passava horas agoniado, tentando descobrir a certeza moral de meus próprios sentimentos, porque, no maniqueísmo evangélico, a prática da sensualidade era, e continua sendo, sempre associada ao pecado, ao mal.

Atualmente, há duas questões em que essa dualidade opressiva se manifesta com maior vigor dentro da comunidade evangélica: a legalização do aborto e do casamento gay. E já vou avisando logo de cara: sou a favor da legalização tanto de uma coisa, quanto da outra. Pronto, falei! E não, não sou a favor do aborto e do homossexualismo! Parece contraditório, mas não é. Embora eu jamais apoiaria um aborto, acho que as pessoas devem ter o direito de escolher. Da mesma forma – embora, tomando-se por base os textos bíblicos acerca da questão, pareça impossível não condenar o homossexualismo –, defenderei com todas as minhas forças que os gays tenham direitos absolutamente iguais aos dos heterossexuais. A moral individual ou de um segmento social jamais deve ser imposta sobre a sociedade como um todo; esta é uma premissa básica da liberdade. Em outras palavras, eu não posso exigir de um não-cristão que ele se comporte de acordo com os mandamentos bíblicos, da mesma forma que um muçulmano ou judeu não pode exigir que eu viva sob seus preceitos morais.

O presbiteriano C. Everett Koop, ex-chefe do Departamento de Saúde dos Estados Unidos, adotou postura semelhante ao preparar um relatório sobre a Aids. Embora pregasse a abstinência sexual e a monogamia, ele defendeu a distribuição de preservativos e a educação sexual precoce como forma de evitar que a doença se alastrasse, chocando inúmeros evangélicos conservadores. Koop se justificava dizendo que era o chefe do Departamento de Saúde dos heterossexuais e dos homossexuais, do jovem e do velho, do moral e do imoral. Ele ainda alertou seus colegas cristãos: “Vocês podem odiar o pecado, mas precisam amar o pecador”. Embora condenasse o homossexualismo, Koop foi aclamado por 12 mil pessoas em um evento da comunidade gay de Boston – afinal, ele sempre amou os homossexuais.

Se o próprio Deus nos legou o livre arbítrio ou, no mínimo, permitiu que cada ser humano escolha entre pecar ou não, não cabe a nós criar legislações que oprimam aqueles que querem uma vida diferente da que levamos como cristãos. Nossa obrigação é amar ao próximo, seja ele gay ou não, tenha ele optado ou não por um aborto. Quando aprendermos a amar aqueles que são diferentes, seremos mais capazes de influenciá-los do que por meio de legislações opressoras anti-libertárias.

É claro que a questão do aborto é um tema complicado e que há inúmeros argumentos para sua criminalização, por se tratar de uma violência contra a vida humana. Não tenho defesa para alguns argumentos pro-life. O mais forte deles foi levantado por um jurista que não aceitava que matar um recém-nascido fosse considerado homicídio enquanto um aborto aos 9 meses de gravidez não o era. Touché. Da mesma forma, não me parece fazer sentido condenar o aborto de um grupo de poucas células nos primeiros dias ou semanas de gravidez e aceitar os métodos anti-concepcionais.

* Carlo Carrenho é paulistano, mas mora no Rio de Janeiro. É cristão, mas estudou metade da vida em uma escola judaica. Estudou economia, mas trabalha como editor de livros. Atualmente é publisher da Thomas Nelson Brasil.

Fonte: Cristianismo Hoje

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Honra a quem se deve honra

Vou começar fazendo uma declaração: Me considero Jovem!

Para alguns sou, eu diria, um jovem a mais tempo, mas com 32 anos a serem completos agora em outubro creio que ainda nem cheguei ao meu melhor momento. Mas estou falando disso por que é inegável que já não somos “a nova geração” já convivemos com uma mais nova. E o que temos passado para essa turma que chega?

Essa semana quando soube da noticia do falecimento do Pr. Nilson do Amaral Fanini dividi essa noticia com minha cunhada de 22 anos e para minha surpresa ela não sabia quem era.

Fiquei pensado como nós crentes pecamos em não preservar a história e tão pouco damos honra a nossos profetas.

Em Mateus 13:57 Jesus nos fala: “Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa.”

Costumamos falar de homens de Deus que fazem isso e aquilo aqui ou acolá, mas dificilmente lembramos-nos de nomes como o de Fanini que pagaram um preço para ver o Brasil aos pés de Jesus. Se hoje vemos nossa nação sendo conquistada por Jesus, podemos afirmar que é fruto do que ele plantou nos anos 70 e 80.

Para quem não conhece ainda o perfil do Pr Fanini lá vai um pequeno histórico:

Fanini_Helga

O pastor Fanini nasceu no dia 18 de março de 1932 na cidade de Curitiba (PR). Ainda jovem, aos 12 anos de idade, aceitou a Cristo como seu Senhor e Salvador após um apelo do pastor David Gomes durante uma série de conferências na capital do Paraná. Foi batizado no mesmo ano de 1944.

Na juventude, enquanto servia nas forças armadas, sentiu que Deus desejava dele um compromisso ministerial. O jovem Fanini decidiu então fazer o Seminário Menor no Instituto Teológico A.B. Deter, em Curitiba. Posteriormente, seguiu para o Seminário Teológico do Sul do Brasil (STBSB), onde completou o curso de bacharel em Teologia no ano de 1955, quando tinha 23 anos.

Ele foi consagrado ao ministério da Palavra em 24 de novembro de 1955 na Igreja Batista da Tijuca (RJ), que era então pastoreada pelo pastor Oswaldo Ronis. Um ano depois ele se casou com Helga Kepler Fanini, com quem teve três filhos, Otto Nilson, Roberto e Margareth. No mesmo ano seguiu para os EUA, onde fez mestrado em Teologia no Southwestern Baptist Theological Seminary, em Fort Worth (Texas).

Ao retornar dos EUA aceitou convite da Primeira Igreja Batista de Vitória (ES), onde atuou entre 1958 e 1964. Assumiu então a Primeira Igreja Batista de Niterói, na qual alcançou um ministério de 41 anos. Por fim, atuou na Igreja Batista Memorial de Niterói.

O pastor Fanini também fundou e apresentou o programa de TV “Reencontro”.

Ele faleceu no ultimo sábado 19 de setembro, às 6h46 (horário de Brasília) – 4h46 (horário de Dallas) – o Pr Fanini, foi ainda diversas vezes presidente da Convenção Batista Brasileira (CBB) e que também esteve à frente da Aliança Batista Mundial (BWA, sigla em inglês).

Segundo informações do pastor David Schier, o pastor Fanini estava em viagem pelos Estados Unidos com sua esposa Helga para conhecer a sua mais nova netinha.

No entanto, durante a viagem de avião ele teve uma pneumonia e posteriormente um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que atingiu três partes de seu cérebro.

O pastor Fanini foi então internado em um hospital da cidade de Dallas (estado americano do Texas), porém os médicos chegaram à conclusão de que a situação era irreversível, o que os levou a desligarem os aparelhos, informou o pastor David Schier.

Vamos orar para que o Senhor conforte essa familia e levante outros “Faninis”.

 

Fonte: Redação / Convenção Batista Brasileira

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Oficina G3 - Site de admiradores é sucesso!

A banda Oficina G3 conquistou muitos admiradores ao longo seus mais de 20 anos de ministério. Prova disso é o site Conexão G3, que tem o intuito de divulgar o ministério da banda e levar a palavra de Deus para todos que acessarem a página.Oficina G3 01
Lançado no dia 28 de junho desse ano, o site já conta com mais de 20 mil visitas. Além de ficar sabendo tudo que rola no Oficina G3, você pode participar também de promoções feitas pela equipe do Conexão G3.
Existem também o blog, criado em dezembro de 2008, a comunidade no Orkut, e  Twitter. Para acessar o site clique aqui.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Evangélicos brasileiros avançam na ‘ilha de Obama’

A Igreja do Pastor Paulo Tenório, que está há seis anos em Martha’s Vineyard, faz justiça ao nome e à própria trajetória da comunidade evangélica brasileira na ilha. Ela é conhecida como “A Igreja que Cresce”.

brasileiros_obama O crescimento não deixa de surpreender, já que Martha’s Vineyard, a sofisticada ilha escolhida pelo presidente Barack Obama para passar suas férias, é frequentado pela nata da sociedade de Massachusetts, o Estado com a segunda maior população católica dos Estados Unidos, mais de 49% de seus habitantes.

E os brasileiros, atraídos pela oferta de trabalho no setor de serviços, formam hoje uma das maiores comunidades da ilha. Dos 15 mil moradores de Martha’s Vineyard, pelo menos 3 mil são brasileiros, segundo números fornecidos pela prefeitura de Oak Bluffs, uma das seis cidades da ilha.

Paulo Tenório contou à BBC Brasil que sua foi a primeira Igreja evangélica brasileira da ilha a ter uma sede própria, situada na cidade de Vineyard Haven.

Agora, eles acabam de inaugurar uma segunda filial, do outro lado de Martha’s Vineyard, na cidade de Falmouth, e já obtiveram da administração local permissão para expandir a sede principal.

Atualmente, as duas contam com um total de 270 fiéis. As estimativas são de que existam cerca de 800 fiéis espalhados pelas oito Igrejas evangélicas da ilha. E há projetos de construir outras três.

Além da comunidade

Paulo Tenório promove também atividades para atrair mais fiéis. No próximo sábado, a atração da igreja será a ex-paquita Andreia Sorvetão, atualmente uma cantora de sucesso no circuito gospel, que fará uma espécie de culto voltado para crianças.

O Pastor Paulo Tenório está há seis anos em Martha’s Vineyard.

Em dezembro, ele espera a visita da ex-apresentadora Mara Maravilha, outra celebridade no universo evangélico.

Mas a intenção do pastor agora é ampliar suas fronteiras para além da comunidade brasileira.

“Nós temos um programa em inglês na TV local, às terças e quintas, e temos a intenção de realizar um culto em inglês aos domingos. Nossos filhos estão crescendo e, apesar de ensinarmos português a eles, a primeira língua deles é inglês. Além disso, precisamos alcançar os americanos. Não há muitos Igrejas pentecostais aqui na ilha.”

Outro pastor brasileiro, Valci Carvalho, que está há oito anos em Martha’s Vineyard, na cidade de Oak Bluffs, onde comanda os 70 fiéis da Alliance Community Church, tem planos similares ao de Paulo Tenório.

“Somos uma Igreja quase que 100% de brasileiros, mas temos planos de começar um culto em inglês para brasileiros de segunda geração.”

Liderança

Em Martha’s Vineyard, o pastor é considerado uma das mais destacadas lideranças entre a comunidade brasileira, em parte por conta do trabalho que vem desenvolvendo junto às autoridades locais.

No ano passado, Carvalho foi um dos oito participantes da chamada Academia de Polícia Cidadã, oferecida pelo Departamento de Polícia de Oak Bluffs, no qual civis aprendem as técnicas utilizadas por policiais locais.

O contato do pastor com as autoridades serviu para que ele atuasse como intermediário em diferentes casos envolvendo brasileiros que estavam irregularmente no país ou que haviam tido problemas com a lei.

“Hoje, tenho prestígio por causa desse trabalho. Quando você se coloca à disposição da sociedade, as pessoas procuram a sua ajuda”, afirma.

O surgimento de novas Igrejas muitas vezes se dá, nos dizeres do pastor Paulo Tenório, “quando alguém dá um chute em algum pastor e monta uma Igreja”.

Divisões

O aumento no número de congregações tem levado também a tensões e cisões, sobre as quais os pastores não gostam de falar em público.

Sem ter uma sede própria, muitos fiéis acabam alugando espaços em estabelecimentos comerciais ou mesmo em outras Igrejas.

Teve uma origem algo improvisada, similar à de muitas das Igrejas que estão surgindo.

A World Revival Church, que atualmente conta com mais de uma sede em Martha’s Vineyard, uma delas um prédio orçado em US$ 1 milhão, segundo o jornal local Vineyard Gazette, teve uma origem algo improvisada, similar à de muitas das Igrejas que estão surgindo.

Em 1992, cerca de seis fiéis começaram a organizar cultos nos porões de suas residências, em Oak Bluffs.

Em 2007, uma de suas sedes já contava com capacidade para 200 pessoas. E, atualmente, a Igreja com sede em Boston já ampliou suas fronteiras para muito além de Massachusetts, contando com representações na Índia, em Portugal e no Japão.

 

Fonte: BBC via Gospel Prime

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Brad Pitt: A religião não faz sentido, o casamento gay sim

Brad Pitt afirmou que é a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, é contra a religião e é liberal em relação à maconha. As declarações foram feitas no programa de Bill Maher, no canal HBO.

brad-pitt Quanto questionado pela importância da religião na sua vida, Pitt explicou que cresceu numa comunidade religiosa e que simplesmente não fazia sentido.

“Para mim, as coisas não funcionam dessa maneira. Nunca impedi ninguém de praticar a sua religião até começar a ver que isso se definia na política… como o casamento gay”, disse o ator de “Bastardos Inglórios”. “Temos um grupo de pessoas dizendo aos outros como devem viver as suas vidas, e não pode ser”, concluiu.

Para Brad Pitt, a oposição de grupos religiosos ao casamento homossexual não faz sentido: “Se vivêssemos numa nação de casais gays que dissessem que não se pode seguir determinada religião, eu seria contra e defenderia quem sofresse com isso”.

O ator ainda assumiu que consumia maconha entes de ser pai. “Sou pai agora, tenho que estar alerta”, afirmou Pitt.

Diretor contradiz ator

Quentin Tarantino, diretor de “Bastardos Inglórios”, afirmou, em entrevista, que Brad Pitt ofereceu drogas a ele recentemente durante uma viagem pela França. O cineasta afirmou que o ator usa maconha de vez em quando para relaxar.

A afirmação de Tarantino contradiz Pitt, que afirmou no início do mês ter parado de fumar a droga, algo que, segundo ele, foi comum no início da carreira. “Isso me fazia sentir protegido. Mas depois eu me cansei. E eu estava engordando muito, de verdade. Então, eu me afastei da maconha o máximo que pude

Fonte: IOL Diário / O Verbo

terça-feira, 7 de julho de 2009

"Não tenho desculpa diante de Deus"

Queridos, nosso objetivo ao idealizar o projeto Garagem Gospel foi o de divulgar única e exclusivamente noticias ligadas a música e edificação de levitas, assim como para fãs da música evangélica, porém essa postagem tem um foco totalmente diferente, é uma exortação.

No ultimo domingo ao finalizar sua pregação o Pastor Ângelo, um dos homens de Deus que pastoreiam a Comunidade Cristã de Florianópolis, me surpreendeu com um vídeo. Ao final dos 8:34 min de duração creio que o sentimento de todos presentes era: “como sou pequeno, como sou omisso, preciso fazer mais por Ti Senhor, preciso ser grato a Ti todos os dias de minha vida”.

Quero compartilhar esse vídeo com vocês, assistam ao vídeo abaixo e vejam que para um coração comprometido com o Senhor e sua obra não há limites

A frase de “pára-choque de caminhão” tão popular nos fala: Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais. Isso é uma mentira! Nascemos para ser mais que vencedores em Cristo Jesus, sempre. Podemos até perder uma batalha ou outra, mas a vitória é nossa!

Que o Senhor abençoe cada um e que possamos tomar uma atitude frente ao mundo e mostrar que em Cristo não há nada que possa nos deter.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Cantora lésbica quer montar banda gospel com cantora fenômeno da internet

beth_jm1 Beth Ditto, vocalista lésbica da banda The Gossip, quer convidar a cantora Susan Boyle, vice-campeã do “Britain’s Got Talent”, programa de caça talentos inglês, para fazer parte de um grupo gospel chamado The Priests, informou o tabloide ”The Sun”. Segundo a roqueira, a ideia é formar “o primeiro supergrupo gospel do mundo”.

Beth também revelou ao jornal britânico que está sensibilizada com a crise de Boyle desde que ela perdeu a final do programa. “Eu acho horrível que as pessoas estejam fazendo piada dela. Susan quer apenas amar Jesus e cantar”, disse a moça que pretende salvar Susan “dessa tragédia”. Boyle continua internada na clínica Priory, em Londres, após sofrer esgotamento físico e mental.

Um “super grupo” ou “super banda” é a reunião de artistas famosos para formar um novo grupo musical, mesmo que por um breve periodo de tempo. No meio gospel/cristão já foram formados vários “super grupos”, exemplos mais famosos são o Hillsong e Hillsong United, que outrora era formado por artistas famosos do meio cristão mundial e alunos e ex alunos da escola de louvor da Hillsong Church; outro super grupo é o recem lançado CompassionArt que conta com grandes nomes da música cristã mundial como Paul Baloche, Stu G (Delirious?), Israel Houghton, Matt Redman, Martin Smith (Delirious?), Chris Tomlin, Steven Curtis Chapman, Tim Hughes, Darlene Zschech (Hillsong), Michael W. Smith e outros. No Brasil o super grupo mais conhecido é o Voices, formado por artistas da gravadora MK. Todos os citados confessam diariamente ter fé cristã e não serem homossexuais. Toda a renda arrecadada pelo CompassionArt vai para a ajuda humanitária na África.

 

Adaptado de: A Capa / Gospel+

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Não ao “Sopão” - Secretário municipal do Rio de Janeiro diz que distribuição de comida a moradores de rua atrapalha ações da prefeitura.

O secretário de Ordem Pública da cidade do Rio de Janeiro, Rodrigo Bethlem, criticou a distribuição de comida a moradores de rua realizada por entidades não governamentais e grupos religiosos.

"De fato, as pessoas que distribuem comida a moradores de rua acabam contribuindo para dificultar o trabalho de acolhimento que estamos desenvolvendo juntamente com a Secretaria Municipal de Assistência Social. Em operações, muitos se recusam a seguir para os abrigos porque não querem perder a hora do sopão", declara.

Entretanto, há os que não vêem algo prejudicial neste tipo de atitude, como o filósofo Vitor Barrozo: "Eu acredito na frase de Betinho “Quem tem fome tem pressa”. Se a prefeitura tivesse eficácia, eles não estariam aqui. Isso não é um incentivo, mas a sociedade não pode ficar omissa diante dessas situações".

Porém, é evidente que os moradores têm uma grande expectativa com relação ao sopão, o que para muitos é a única refeição do dia.

"A alegria do nosso dia é dormir de barriga cheia, vem ONG, evangélicos, padres, espíritas e dão cachorro-quente, quentinha, sopa, canjica. Porque, se depender da prefeitura, a gente não tem nada, não existe. Eles só querem nos recolher", afirma o ex-garçom Carlos, que atualmente mora nas ruas do Rio e luta contra o vício da bebida.

 

Fonte: JB Online

terça-feira, 19 de maio de 2009

Editora Vida Nova fala ao Jornal da Tarde sobre o Lançamento do Mangá Messias.

Mangá Messias Jesus tem olhos castanhos bem grandes,barba longos cabelos desarrumados, além de um ar calmo,que quase nunca se altera.

Judas, por sua vez, ostenta uma cabeleira vermelha e uma franjinha que cai sobre seu olho direito. Poderia passar por um roqueiro ‘emo’ facilmente.

Assim São retratados Jesus Cristo e Judas Iscariotes no recém-lançado Mangá Messias (Editora Vida Nova, 288 páginas, R$ 28,90), que mostra a vida de Jesus no estilo dos quadrinhos japoneses.

A roupagem moderna,desenhada por artistas baseados em Tóquio, é uma tentativa de levar o Novo Testamento aos adolescentes.

Maria, José, Jesus e os apóstolos ganharam olhos grandes e cabelos estilosos, bem ao modo que faz cada vez mais sucesso no Ocidente , ao ponto de até a Turma da Mônica, no Brasil, ganhar uma Bem sucedida versão mangá.

Mas a mensagem é fiel à Bíblia.

“O mangá passou por uma avaliação muito rigorosa antes de ter a publicação aprovada aqui no Brasil”, conta Larissa Vaz, gerente de marketing da editora Vida Nova, criada há 47 anos por missionários evangélicos e especializada em livros religiosos acadêmicos.

O rigor é visto nos rodapés de cada página, onde estão indicados os trechos da Bíblia que correspondem aos quadrinhos.

Segundo Larissa, uma equipe de cinco pessoas participou da tradução do mangá. “Eles foram atrás de uma linguagem de gibi.”

Por isso, não faltam expressões modernas nos diálogos entre Jesus e os apóstolos.

E a cena em que Jesus expulsa os mercadores do templo de Jerusalém possui as onomatopeias típicas dos gibis e as linhas de velocidade dão caras ao mangá.

Antes de lançar o mangá, Larissa conta que chegou a ir a encontros em que os adolescentes fazem cosplay (se vestem como seus personagens favoritos dos mangás) para checar a receptividade à obra.

Jovens evangélicos presentes nos encontros a estimularam “demorô”, disseram, na gíria corrente.

Primeiro lançamento em quadrinhos da Vida Nova, já teve seis mil exemplares comercializados dos 20 mil colocados à venda.

Mangá Messias, é baseado nos evangelhos de Marcos, Lucas, João e Mateus, mostra a vida de Jesus até sua morte e ressurreição , e é o primeiro de uma série de cinco volumes.

A Editora Vida Nova deve lançar ainda este ano o número 2, chamado Metamorfose, baseado nos Atos dos Apóstolos e que narra os acontecimentos após a ressurreição de Cristo.

Saiba mais sobre o Mangá Messias :

Hot-Site: http://www.nextmanga.com/pt/news

Leia um Trecho: http://www.nextmanga.com/pt/read-discuss

Comprar: https://ssl551.websiteseguro.com/vidanova1/ecommerce/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=585

Fonte: Oxigênio

segunda-feira, 27 de abril de 2009

GOSPEL OU SECULAR?

Como editor do Garagem Gospel faço pesquisas de tendências e estilos musicais quase que diariamente e nessas buscas me deparo freqüentemente com o debate sobre o que é ou não Gospel, se de fato isso existe ou não, se isso é apenas uma manobra comercial para vender CDs ou se é ministério santo, se devemos ou não ouvir isso ou aquilo, se o fato de os membros de uma banda serem evangélicos faz da banda uma banda cristã ou não, pois bem, depois de tanto ler sobre isso agora vou expressar a minha opinião, ressalto, a minha opinião, não estou vendendo isso como verdade mas é como encaro o tema e meu coração sente paz.

Logo 2009 vertical fundoExiste sim o segmento “Gospel”, o nome pode não ser o ideal, alguns vão falar que gospel é um estilo de música vindo dos negros americanos, blá blá blá, a questão é que hoje o estilo de música evangélica é apresentado sob essa nomenclatura e existe também o segmento secular. O que diferencia um do outro não são as letras, você encontra com muita freqüência entre os ministérios e bandas evangélicas letras, para alguns, um tanto rasas no quesito “mensagem espiritual”, assim como encontra entre as bandas seculares mensagens lindas com um conteúdo até “Cristão” e bíblico, um exemplo claro disso são as composições de Renato Russo que freqüentemente citavam passagens bíblicas, a grande questão é: qual é, ou ainda, quem foi a fonte de inspiração dessa letra e melodia?

Já li absurdos escritos por jovens crentes, no mínimo desinformados. Um exemplo foi o que li em um fórum onde o jovem apontava as letras do Evanescence como cristãs por falarem sobre mascaras tiradas e outras coisas. Amados, creio que antes de se escrever uma coisa dessa temos de conhecer o artista. Vou falar um pouco aqui sobre a Amy Lee, a menina teve uma formação cristã sim, o que nem de longe significa conversão, também é verdade que formou a banda em um acampamento cristão, o que também não quer dizer nada, a realidade é que a banda tem em seus clips apelos sexuais e, nas entrelinhas das músicas, fala de infidelidade, sexo, depressão e suicídio. Amados abram os seus olhos. A estratégia do diabo é fazer com que sejamos tolerantes com esse tipo de mensagens por virem em uma linda embalagem.

Por outro lado creio que podemos encontrar bandas cristãs que fazem carreiras bem sucedidas e de sucesso também no meio secular como Anberlin, P.O.D., Third Day, Skillet, Hawk Nelson, entre tantas outras. Uma declaração muito interessante é a do guitarrista Sameer Bhattacharya do Flyleaf “Para esclarecer tudo, nós todos somos cristãos. Todos amamos a Deus e nos esforçamos para viver e perceber o mundo como Jesus faria. Não necessariamente como a Igreja de hoje, mas como os apóstolos e, mais importante, do modo como Jesus nos explicou, pelos exemplos dados a nós na Bíblia. Sim, somos cristãos...

...somos cinco compositores que são cristãos e que se juntaram para formar uma banda. Um encanador ou um doutor, ou um ‘qualquer outra coisa’, não saí por aí se anunciando ou anunciado sua empresa nas páginas amarelas sob o título de ‘_______ cristão’, sabe? Eles têm seu emprego e fazem isso de acordo com Cristo em seus corações.”

Por isso amado busque saber a origem do que você ouve. A música é sim um canal de comunicação do espírito do homem com o Espírito de Deus. Se não é com Ele, com quem teu espírito tem se comunicado?

Um velho ditado diz que a mais bem sucedida estratégia do diabo foi convencer o homem que ele (diabo) não existe, parece que essa idéia tem contaminado o corpo de Cristo também, as pessoas tem consumido cegamente mensagens diabólicas e pior, tem sido ferramenta de multiplicação disso. Em II Coríntios 11:14 lemos: “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.”, cuidado irmãos no que temos conectado ao nosso espírito e com a mensagem que temos passado.

A bíblia mostra a música como ferramenta de adoração e júbilo, e mostra também que o homem usa a música como adoração aos deuses pagãos. No livro de Daniel capitulo 5 vemos que a música era o sinal para que todos os povos do mundo se prostrassem em adoração a estatua do rei Nabucodonosor.

Creio ser válido o debate para que possamos expor nossos pontos de vista, mas é fundamental que esse debate seja feito de coração aberto, muitos entram nesse debate fechados pois não querem abrir mão daquilo que gostam. Eu mesmo fui muito reticente em assumir isso, sou um apaixonado por música, tenho milhares de títulos de centenas de artistas dos mais diferentes estilos, abrir mão da música secular foi difícil mas creio que foi o certo.

Agora cabe a você colocar isso diante de Deus em oração. Oro para que a resposta d’Ele venha ao encontro de um coração aberto.

Que Deus abençoe a todos.

 

Fonte:

Garagem Gospel - Jeferson Baick

baick@garagemgospel.com.br

sábado, 24 de janeiro de 2009

Sobre o amor aos gays e às mães que querem abortar

Primeiro quero pedir desculpas aos poucos e queridos leitores do GG, os últimos dias foram de muito trabalho e o Blog acabou ficando em segundo plano, mas hoje em minhas leituras diárias me deparei com uma crônica de outro publicitário evangélico chamado Carlo Carrenho e decidi veicular o texto aqui.

Não conhecia o trabalho do Carlo e fiquei “chocado” com a coragem com a qual ele aborda dois polêmicos temas: homossexualismo e aborto, admito que não concordo em 100% com o que ele afirma, mas divido com ele o “norte” tomado em sua crônica.

Abaixo a integra do texto, espero que sirva ao menos para levantar a discução, creio que pouco temos levado em conta a primícia básica de desprezar o pecado mas amar ao pecador.

Boa leitura;

Jeferson Baick

 

“Ando cansado da dicotomia maniqueísta cultivada por grande parte da Igreja Evangélica.”

Carlo Carrenho*

Gosto muito de um tipo de literatura pouco comum no Brasil. Falo dos livros de memórias, que são um tanto diferentes das autobiografias, apesar de seu conteúdo ser sempre autobiográfico. As diferenças residem no fato de que livros de memórias não têm a obrigação de serem completos e na total liberdade do autor para selecionar as passagens de sua vida que gostaria de relatar – e mesmo desviar-se delas para contar outras histórias. No mês passado, por exemplo, li o livro Red Summer, onde Bill Carter descreve seu dia-a-dia nos quatro verões que passou no Alasca pescando salmão profissionalmente. Outro autor de livros de memórias que admiro é Donald Miller. Como os pingüins me ajudaram a entender Deus e Fé em Deus e pé na tábua (Thomas Nelson Brasil) são obras que todo cristão deveria ler.

Outra obra do gênero, Grace (Eventually): Thoughts on Faith, é de uma de minhas escritoras cristãs prediletas, Anne Lammott. Ela surpreende ao deixar claro que é pro-choice – pró-escolha – em relação ao aborto. Os pro-choice são diametralmente opostos aos pro-life, ou pró-vida, e defendem o direito de escolha das mulheres em manter ou não uma gravidez. Já os pro-life são radicalmente contra qualquer forma de aborto. A coragem da autora em assumir sua posição me inspirou a escrever este artigo. É que há muito tempo ando cansado da dicotomia maniqueísta cultivada por grande parte da Igreja Evangélica. Tudo é inteiramente bom ou completamente mau; não existe meio-termo. Este maniqueísmo se manifesta particularmente em questões ligadas à moral e à sexualidade. Lembro-me que, quando era adolescente, um simples flerte ou paquera poderia, na visão de alguns membros da igreja, caracterizar uma “defraudação” da garota, caso eu não tivesse cem por cento de certeza do meu interesse por ela. Resultado: passava horas agoniado, tentando descobrir a certeza moral de meus próprios sentimentos, porque, no maniqueísmo evangélico, a prática da sensualidade era, e continua sendo, sempre associada ao pecado, ao mal.

Atualmente, há duas questões em que essa dualidade opressiva se manifesta com maior vigor dentro da comunidade evangélica: a legalização do aborto e do casamento gay. E já vou avisando logo de cara: sou a favor da legalização tanto de uma coisa, quanto da outra. Pronto, falei! E não, não sou a favor do aborto e do homossexualismo! Parece contraditório, mas não é. Embora eu jamais apoiaria um aborto, acho que as pessoas devem ter o direito de escolher. Da mesma forma – embora, tomando-se por base os textos bíblicos acerca da questão, pareça impossível não condenar o homossexualismo –, defenderei com todas as minhas forças que os gays tenham direitos absolutamente iguais aos dos heterossexuais. A moral individual ou de um segmento social jamais deve ser imposta sobre a sociedade como um todo; esta é uma premissa básica da liberdade. Em outras palavras, eu não posso exigir de um não-cristão que ele se comporte de acordo com os mandamentos bíblicos, da mesma forma que um muçulmano ou judeu não pode exigir que eu viva sob seus preceitos morais.

O presbiteriano C. Everett Koop, ex-chefe do Departamento de Saúde dos Estados Unidos, adotou postura semelhante ao preparar um relatório sobre a Aids. Embora pregasse a abstinência sexual e a monogamia, ele defendeu a distribuição de preservativos e a educação sexual precoce como forma de evitar que a doença se alastrasse, chocando inúmeros evangélicos conservadores. Koop se justificava dizendo que era o chefe do Departamento de Saúde dos heterossexuais e dos homossexuais, do jovem e do velho, do moral e do imoral. Ele ainda alertou seus colegas cristãos: “Vocês podem odiar o pecado, mas precisam amar o pecador”. Embora condenasse o homossexualismo, Koop foi aclamado por 12 mil pessoas em um evento da comunidade gay de Boston – afinal, ele sempre amou os homossexuais.

Se o próprio Deus nos legou o livre arbítrio ou, no mínimo, permitiu que cada ser humano escolha entre pecar ou não, não cabe a nós criar legislações que oprimam aqueles que querem uma vida diferente da que levamos como cristãos. Nossa obrigação é amar ao próximo, seja ele gay ou não, tenha ele optado ou não por um aborto. Quando aprendermos a amar aqueles que são diferentes, seremos mais capazes de influenciá-los do que por meio de legislações opressoras anti-libertárias.

É claro que a questão do aborto é um tema complicado e que há inúmeros argumentos para sua criminalização, por se tratar de uma violência contra a vida humana. Não tenho defesa para alguns argumentos pro-life. O mais forte deles foi levantado por um jurista que não aceitava que matar um recém-nascido fosse considerado homicídio enquanto um aborto aos 9 meses de gravidez não o era. Touché. Da mesma forma, não me parece fazer sentido condenar o aborto de um grupo de poucas células nos primeiros dias ou semanas de gravidez e aceitar os métodos anti-concepcionais.

 

* Carlo Carrenho é paulistano, mas mora no Rio de Janeiro. É cristão, mas estudou metade da vida em uma escola judaica. Estudou economia, mas trabalha como editor de livros. Atualmente é publisher da Thomas Nelson Brasil.

 

Fonte: Cristianismo Hoje