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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

WALK IN THEIR SHOES

Cerca de 100 milhões de cristãos são perseguidos só por andarem nos passos de Cristo. Apesar disso, a maioria das histórias é esquecida ou até ignorada.

WALK IN THEIR SHOES

O WALK IN THEIR SHOES* é um movimento mundial para apresentar a realidade da Igreja Perseguida para milhares de jovens, e ajudá-los a se envolver com ela.

COMO SERIA ESTAR NO LUGAR DELES?

Uma vez encontramos Maaria, uma cristã paquistanesa. Ela tem um blog em inglês, no qual escreve sobre como é ser cristão em um país fechado ao evangelho (se quiser ler, clique aqui).

Contamos para Maaria sobre o WALK IN THEIR SHOES. Ela ficou maravilhada e fez a seguinte analogia: muitas vezes, os sapatos dos perseguidos estão sujos, rasgados. Às vezes, eles nem têm sapatos. Ou seja: eles estão sofrendo.

Colocar-se no lugar deles é sofrer junto, é sentir o que eles sentem, é se importar. Não é ignorar ou omitir a realidade por achar que seja muito dura ou triste. A Maaria nos pediu: “Por favor, contem para as igrejas em seus países o que realmente nós enfrentamos”.

PRONTO PARA DAR O PRIMEIRO PASSO?

Para concretizar nosso desejo de estar ao lado dos perseguidos, o primeiro passo será patrocinar um projeto da Portas Abertas Internacional junto a jovens universitários no Egito. O custo do projeto é de R$ 9.410,00 e a realização depende exclusivamente das ofertas arrecadadas entre os jovens brasileiros.

Mas não para por aí. Quando conseguirmos alcançar esse valor e ajudar os jovens no Egito, partiremos para o próximo projeto, que beneficiará irmãos de outros países. Existem muitos cristãos precisando de ajuda, e vamos fazer nossa parte.

Contribuindo para a campanha, você receberá um par de cadarços com as palavras WALK IN THEIR SHOES. Por quê? Justamente para que sempre que você olhe para os cadarços, se lembre dos cristãos perseguidos e se coloque no lugar deles, como se estivesse caminhando nos mesmos passos, passando pelos mesmos lugares e situações, lembrando-se de orar por eles e falar deles.

Faça sua doação aqui.

Para mais informações entre em contato com wits@portasabertas.org.br

* Essa expressão significa "colocar-se no lugar de outra pessoa". O nome da campanha está em inglês por se tratar de uma campanha internacional.

 

 

Fonte: Underground

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Igreja Evangélica construída em área pública será derrubada

Por unanimidade, a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça decidiu que a Igreja Evangélica Congregacional de João Pessoa deverá desapropriar-se da área onde foi construída, por se tratar de espaço público urbano encravado no loteamento Ricardo Brenad, na Ilha do Bispo, cuja destinação se dirigia para equipamentos comunitários e área verde.

O relator do processo, juiz convocado João Benedito da Silva, negou provimento à apelação cível interposta pela Igreja Congregacional e não  conheceu da apelação apresentada pelo Município de João Pessoa. Manteve a decisão de primeiro grau que declarou nulo o alvará de construção e concedeu prazo de 120 dias para que o imóvel seja reintegrado ao patrimônio municipal. A Ação Civil Pública foi  proposta pelo Ministério Público estadual.

O terreno foi cedido por ato administrativo municipal decorrente da Lei 6.397/1990, assinado em 29 de junho de 1990. Na ação, o MPE pediu a anulação do ato, alegando que a concessão desvirtua a finalidade pública. Houve recursos tanto da Igreja Evangélica Congressional como da parte do Município  de João Pessoa.

Em seus argumentos, a Igreja sustenta que a lei municipal nº 6.397/90 obedeceu a todos os critérios disciplinados no ordenamento administrativo e constitucional. Já a prefeitura de João Pessoa levantou preliminar de extinção do processo, sem resolução do mérito, por ofensa ao cabimento da via eleita e a incompetência do juízo, eis que deveria ter sido interposta Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Tribunal de Justiça.

Em seu voto, o juiz convocado João Benedito entendeu que o Município de João Pessoa não poderia conceder bem público comum, reservado a utilização em favor da comunidade, para um ente privado. “A área em questão é reservada para equipamentos comunitários, ou seja, tem uma destinação específica, não podendo a Administração Pública promulgar leis que ofendam o interesse público”, decidiu o magistrado.

 

Fonte: MPPB

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Pastor julgado e condenado

No dia 11 de fevereiro de 2009, Hamid Shabanov, 53, pastor da Igreja Batista em Aliabad, no Azerbaidjão, foi condenado pela acusação de porte ilegal de armas.
Ele foi preso em 20 de junho de 2008. A polícia alegou que havia encontrado uma arma escondida em sua casa. Os membros da família insistiram que os policiais plantaram a arma na residência. Livros cristãos – inclusive a Bíblia – foram confiscados durante a invasão e ainda não foram devolvidos.
O julgamento do pastor Shabanov começou em Zakatala em 22 de julho de 2008. O crime pelo qual é acusado é punível em até três anos de prisão.
Durante as muitas semanas em que o pastor aguardava o veredicto do julgamento na prisão, ocorreram muitas audiências. Em novembro de 2008, ele foi solto e ficou em prisão domiciliar.
O último tribunal aconteceu em quatro de fevereiro de 2009 e muitas pessoas esperavam que fosse o fim do problema para essa família.
Porém o juiz Elchin Huseinov, do distrito de Zakatala, declarou Shabanov culpado das acusações e aplicou uma pena de dois anos realizando trabalhos comunitários. Essa sentença equivale a oito meses na prisão. Como ele foi preso antes do julgamento e permaneceu em prisão domiciliar, o pastor deverá servir por mais 27 dias a partir de 11 de fevereiro.
Apesar dos poucos dias que passará na prisão, o pastor Hamid Shabanov está desapontado por seu nome não estar limpo e afirma que continuará a lutar contra essa sentença para cancelar sua ficha criminal. Os advogados insistem que sua prisão e condenação estão ligadas à sua fé e à liderança da igreja.
Antes da prisão do pastor, a polícia fez diversas ameaças contra a pequena comunidade cristã em Aliabad. De acordo com Hamid, o chefe de polícia disse que “se ele não abandonasse sua fé voluntariamente, ele o faria pela força”. O advogado interrogou o policial sobre esse assunto durante o julgamento, mas ele negou ter feito esse comentário.
Ore em favor de todos os cristãos em Azerbaidjão. Que Deus possa consolar o coração do pastor Hamid Shabanov. O mais importante de tudo é ter o nome no mais preciso Livro, o Livro da Vida!