Mostrando postagens com marcador Músicos Seculares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Músicos Seculares. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Alice Cooper: "a princípio aceitei Deus por medo, não amor"

Alice Cooper diz que ama Deus, mas não quer se tornar um crente "celebridade". O pai do Shock Rock, estilo musical onde as atitudes grotescas feitas no palco horrorizaram pais por mais de trinta anos, contou como o medo do inferno o virou para Deus. Ele, que cantava sobre necrofilia e picotava bonecas durante seus concertos, declarou que, apesar de continuar a gravar e fazer turnês teatrais com shows de horror, "minha vida é dedicada a seguir Cristo".

Alice Cooper Embora ele tenha se tornado um cristão nos anos 80, fora alguns pequenos comentários em algumas entrevistas, o cantor de 61 anos sempre foi resguardado em sua fé - até agora. Em uma entrevista franca com uma revista de música cristã, ele falou publicamente pela primeira vez sobre seu amor por Deus e a relutância em se tornar uma "celebridade cristã".

Um líder das paradas com o hino adolescente "School's Out", Cooper foi creditado por pavimentar o caminho para alguns cantores ultrajantes como Marilyn Manson. Mas ele afirma que suas obras nunca foram políticas ou religiosas e sempre tiveram "senso de humor".

Ele contou à HM, The Hard Music Magazine, que sempre foi insultado, toda hora sendo acusado de ser satanista. Criado em uma casa cristã, ele ainda acreditava em Deus, apesar dele não ser comprometido. Isso mudou quando o alcoolismo ameaçou seu casamento. Ele e sua mulher, Sheryl, foram a uma igreja que tinha um pastor que falava sobre o inferno.

Cooper disse que se tornou um cristão "inicialmente mais por medo de Deus do que por amor a Ele... Eu não queria ir para o inferno". Entrevistado na edição de março/abril da HM, Cooper via sua fé como "uma coisa em curso". "Ser um cristão é algo em que você apenas progride. Você aprende, vai para seus estudos da Bíblia, você reza", disse ele.

Ele tem evitado o posto de "celebridade cristã" pois "é realmente fácil se focar em Alice Cooper e não em Cristo. Eu sou um cantor de rock, nada mais do que isso. Não sou um filósofo. Me considero abaixo no poleiro do conhecimento cristão, então, não procure respostas em mim".

Apesar disso ele pôde conversar com outros na cena musical sobre sua fé. "Eu tinha um casal de amigos meus com quem conversei que disseram que eles tinham aceitado Cristo. Eu tenho conversado com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis... e você ficaria surpreso. Aqueles que você pensa que estão mais longe são os que estão mais aptos a ouvir".

O texto completo (em inglês) pode ser visto neste local.

 

Fonte: Whiplash

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Cantora lésbica quer montar banda gospel com cantora fenômeno da internet

beth_jm1 Beth Ditto, vocalista lésbica da banda The Gossip, quer convidar a cantora Susan Boyle, vice-campeã do “Britain’s Got Talent”, programa de caça talentos inglês, para fazer parte de um grupo gospel chamado The Priests, informou o tabloide ”The Sun”. Segundo a roqueira, a ideia é formar “o primeiro supergrupo gospel do mundo”.

Beth também revelou ao jornal britânico que está sensibilizada com a crise de Boyle desde que ela perdeu a final do programa. “Eu acho horrível que as pessoas estejam fazendo piada dela. Susan quer apenas amar Jesus e cantar”, disse a moça que pretende salvar Susan “dessa tragédia”. Boyle continua internada na clínica Priory, em Londres, após sofrer esgotamento físico e mental.

Um “super grupo” ou “super banda” é a reunião de artistas famosos para formar um novo grupo musical, mesmo que por um breve periodo de tempo. No meio gospel/cristão já foram formados vários “super grupos”, exemplos mais famosos são o Hillsong e Hillsong United, que outrora era formado por artistas famosos do meio cristão mundial e alunos e ex alunos da escola de louvor da Hillsong Church; outro super grupo é o recem lançado CompassionArt que conta com grandes nomes da música cristã mundial como Paul Baloche, Stu G (Delirious?), Israel Houghton, Matt Redman, Martin Smith (Delirious?), Chris Tomlin, Steven Curtis Chapman, Tim Hughes, Darlene Zschech (Hillsong), Michael W. Smith e outros. No Brasil o super grupo mais conhecido é o Voices, formado por artistas da gravadora MK. Todos os citados confessam diariamente ter fé cristã e não serem homossexuais. Toda a renda arrecadada pelo CompassionArt vai para a ajuda humanitária na África.

 

Adaptado de: A Capa / Gospel+

segunda-feira, 23 de março de 2009

Bono Vox parece profético - Estrela do rock e ativista é inspirado pela Bíblia.

Enquanto toda celebridade parece ter uma causa, poucas estrelas se inspiram nas escrituras. É o que deixa Bono, líder do U2, à parte. Esportivo, com sua marca nos óculos, Bonoa estrela do rock falou para um auditório de mais de três mil pessoas na National Prayer Breakfast February 2, implorando para que respondessem a responsabilidade urgente dos Estados Unidos de ajudar os necessitados.
Duas passagens dirigiram a sua mensagem. Bono diz: a chamada em Levítico 25 para um Ano do Jubileu e dívida de perdão, e o comando em Isaías 58 para dividir com o faminto e prover para o pobre.

“Assim disse o Senhor: ‘Traga o sem-teto para a casa. Quando você vir o nu, cubra-o, então a sua luz romperá como a alva e a sua cura apressadamente brotará, então o Senhor será a sua retaguarda’”, Bono citou Isaías 58:7 e 8.

“Eu aprecio o absurdo de ser um rock star e citar as Escrituras”, Bono brincou com o seu típico estilo singelo em uma reunião privada com meia dúzia de jornalistas seguindo o seu endereço. Usando jeans, jaqueta de veludo marrom e uma camisa preta, o rockeiro estava tão relaxado que comeu frutas e muffins enquanto respondia questões de jornalistas. Ele falou sobre seu trabalho na África, o papel da igreja e alguns versos favoritos.

“É completamente a situação profética desse momento”, exclamou, se referindo a Isaías 58:7-8. “O que realmente sugere é que se nós fizermos o negócio de Deus, Deus estará mais em nós. Para usar o coloquial, é Deus sendo nossa retaguarda. Literalmente significa que Deus irá guardar as suas costas!”, explicou Bono.

Razões para morrer - Bono disse que existem diversos problemas quando uma nação religiosa ignora o negócio de Deus, particularmente na luz do crescimento do antiamericanismo. “A religiosidade desse país é ofensiva para muitas pessoas na Europa porque eles vêem hipocrisia no coração disso”, Bono diz. “Eles vêem que em todas as conversas, oração de café-da-manhã, e religiosidade evidente, essas pessoas estão dando o mínimo do mínimo”.

Enquanto dava crédito ao presidente Bush pelo aumento de cinco por cento do orçamento de assistência estrangeira desde que assumiu o escritório, Bono disse que de acordo com as pesquisas, “a razão pela qual as pessoas não querem o aumento da assistência estrangeira é porque pensam que já está além dos 15 % e 20%. Mas é, na verdade, um décimo das estimativas mais baixas”.

A falta de assistência estrangeira maior e a disponibilidade de drogas anti-retrovirais salvadoras “não é mais uma boa razão para morrer”, ele diz. Bono descreveu uma visita a Soweto feita em 2002, na África do Sul, onde ele falou com um jovem viúvo tentando decidir se matinha as drogas para ele mesmo ou as dava a uma mulher que amava. “Ele disse, ‘posso dar minhas drogas para ela e minhas crianças podem perder o último pai, ou podemos dividir as drogas e ambos morrer vagarosamente, ou posso manter as drogas e perder, pela segunda vez, o meu amor’”, Bono recorda. “Eu saí de lá pensando, ‘isso é bárbaro. Isso é, na verdade, bárbaro’”.

Não perder essa questão - Felizmente, ele diz, a igreja está respondendo. “No passado, a igreja estava atrás em algumas questões, mas não perdeu essa”, Bono diz. “A igreja está liderando. É incrível. Se há dez anos atrás eu tivesse ouvido o que estou dizendo agora, não teria acreditado”.

Isso é porque há dez anos atrás, como Bono explicou no discurso do café da manhã, ele não pensava muito na igreja, cristianismo ou religião evidente. “Você vê, evitei pessoas religiosas por toda a minha vida”, ele diz. “Talvez tinha alguma coisa a ver com um pai protestante e uma mãe católica em um país onde a linha entre as duas era, literalmente, uma linha de batalha; onde a linha entre estado e igreja era... bem, um pouco embaçada e dura de ver”, explica.

“Eu me lembro como minha mãe nos trazia para a capela ao domingos, e meu pai costumava esperar do lado de fora. Uma das coisas que captei do meu pai e da minha mãe foi o senso de religião adquirido no caminho de Deus”, explica Bono.

Sua fé, a qual descreve como “privada”, é largamente influenciada pelas palavras e ações de Jesus, as beatitudes e os profetas do Velho Testamento. Bono contou para o grupo de jornalistas que gosta de ler The Message, uma paráfrase moderna da Bíblia “pelo estudioso muito talentoso e poeta Eugene Peterson”. Em contraste com algumas das mais populares músicas cristãs, suas músicas religiosas preferidas incluem hinos de Charles Wesley, Messias de Handel, Judeus à capela, e músicas que, segundo ele, contêm emoções “cruas”.

Respondendo como esperava que os Estados Unidos contestariam o seu apelo de justiça pelos pobres e oprimidos da África, Bono apelou para a responsabilidade patriótica e cristã.

“Imagine uma suposta sociedade cristã com a capacidade absoluta de salvar vidas na África que falha em agir”, diz o líder do U2. “Você pode explicar isso para os detentores do orçamento, mas não pode explicar para Deus. Ele não vai aceitar essa desculpa, e a história também não. Penso que está crescendo um movimento que se define pelo jeito que essas questões são tratadas, particularmente no tempo do conflito, é tão poético na verdade... Assim você demonstra os valores da América”, conclui Bono.

 

Fonte: Cristianismo Hoje / Christianity Today International

(Traduzido por Sulamita Ricardo)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Cantora secular diz que há benefícios na cocaína e ataca o Cristianismo

Lily_Allen_02A cantora inglesa Lily Allen causou polêmica em uma  entrevista recente, ao tecer elogios a cocaína, criticar o Cristianismo e atacar a sua própria gravadora, a EMI.

Conforme reportagem de capa do site do tablóide inglês The Sun, a intérprete de “Smile” enfureceu leitores do periódico ao declarar: “Você não escuta sobre os benefícios de se consumir cocaína. Eu gostaria que as pessoas não fossem tão sensacionalistas. Algumas pessoas simplesmente não sabem como consumir drogas”.

Por esse comentário, leitores do tablóide retrataram a cantora como doente, ingênua e “sem direção”. No entanto, Lily não parou por aí ao elogiar a droga. “Eu conheço pessoas que cheiram cocaína três vezes por semana e se levantam no dia seguinte e vão trabalhar”.

A cantora admitiu que já fez uso de cocaína porque ela se sentiu deslocada quando todos aos seu redor estava fazendo uso, mas disse que não gostou da experiência.

Falando sobre religião na entrevista, Lily continuou a polemizar. “Eu não gosto muito do cristianismo. Eu cresci em um colégio católico ouvindo dizer que gays, drogas e o adultério eram coisas ruins. Todos os amigos da minha mãe são gays, meu pai tinha casos fora do casamento e havia drogas na minha casa enquanto eu crescia então, achei aquilo cruel”.

Para finalizar, a cantora disparou contra a sua gravadora, o selo EMI, criticando do valor de seu contrato e afirmando que, pelo número de discos que ela vendeu, ela deveria ganhar privilégios como suítes em hotéis caros e um motorista à disposição.

Fonte: Terra e Gospel+